terça-feira, 11 de dezembro de 2012

DeFalla “Kingzobullshitbackinfulleffect'92” (Cogumelo, 1992)


          Um clássico imediato! Não é um exagero se referir desta maneira ao quinto disco do quarteto porto-alegrensse DeFalla. Lançado em 1992 em vinil pelo selo independente mineiro Cogumelo Records, “Kingzobullshitbackinfulleffect'92” foi o primeiro sopro de renovação no rock nacional da década de 90, ao mesmo tempo, apresentou novamente uma banda que desde o primeiro disco (“DeFalla", 1986, BMG-Plug) não se encaixava em nenhum rótulo ou segmento do rock produzido no Brasil.



Revista Dynamite (por Tibet)
    “Este disco foi um marco histórico, consolidou uma nova categoria de banda no Brasil: a banda “alternativa” ou “independente” que era relevante e atuante no mercado normal, antes as bandas independentes existiam perdidas por aí, eram ignoradas pelo mercado. Já havíamos feito trabalhos numa grande gravadora, a BMG-Ariola, e chamamos a atenção da mídia com o “Kingzo..”, um trabalho ousado e avançado para a época que colocou em evidência a cena independente a alternativa, o que caracterizou muitas bandas dos anos 90 em diante” (Castor Daudt) 
        
          Para a Cogumelo Records este lançamento também representou uma novidade, pois, outrora o selo que lançava em sua grande maioria bandas de segmentos extremos do metal  lançou um LP que flertava com thrash metal, mais rap, com samplers e músicas incidentais, usadas sem a menor cerimônia ou autorização. Depois deste disco a Cogumelo diversificou seu catálogo.


Revista Zero

“Desde o final dos anos 80, época em que eu morava em São Paulo, o DeFalla passou a fazer mais parte da cena metal, thrash, hardcore. Devido à nossa amizade com o Sepultura e o Ratos de Porão acabamos entrando em contato com o João, dono da Cogumelo. Apresentamos para ele o material que viria a se tornar o “We Give A Shit” e, mesmo o Defalla sendo uma banda que vinha de outro(s) segmento(s), ele se interessou em lançar o vinil, já que o nosso som nessa época era um protótipo do estilo que viria a se firmar na cena metal como crossover. Mas, como é contumaz ao Defalla, demos "aquele" susto no João quando aparecemos com o “Kinzo...” (risos!) Mas, mesmo não sendo um disco tradicionalmente "metal", ele resolveu apostar no trabalho e, no fim, o “Kingzo...” acabou se tornando um dos discos mais vendidos do selo" (Edu K)



Revista História do Rock Brasileiro
         "Até hoje não sabemos por que a Cogumelo decidiu nos dar mais esta chance , o operador de áudio do estúdio da Cogumelo comentou, meio de brincadeira, que uma cartomante havia dito que o DeFalla era a banda escolhida para fazer muito sucesso naquele ano. Até que ela teve razão, não? Creio que o estouro do Nirvana e as atividades da MTV Brasil, que sempre nos deu apoio, contribuiu para que a Cogumelo se rendesse ao DeFalla, lembro-me que no ano anterior, 1991, ganhamos como melhor demo-clipe”(Castor Daudt)


            O LP é o 51º lançamento da Cogumelo e tem 21 canções, o CD, lançado em 1993, traz 24, a maioria das letras são em inglês, porém, são letras escrachadas, repletas de palavrões e pornográficas, num estilo de escrita criado, aprimorado e desenvolvido por Edu K e que já estava presente nos dois discos independentes anteriores, “We give a shit” (Cogumelo, 1989) e “Screw you!” (Devil Discos, 1990).


            “O “Kingzo...” foi o primeiro disco no qual pude trabalhar com música eletrônica, música feita no computador. Nessa época ainda era muito difícil ter acesso à tecnologia e só o fato de se entrar em estúdio para gravar já merecia comemoração - e a ressaca monster no outro dia... Esse fato se deu ao feliz encontro da banda com Vicente Rubino, um entusiasta fervoroso tanto das maluquices do DeFalla quanto do uso da tecnologia de ponta para se produzir música. O Push Da Button Man, como foi apelidado pela banda, fazia música num computador Atari com o programa de áudio Notator, o avô do Logic e abriu as portas, primeiro de sua casa, depois de seu estúdio Midi Mídia, para a banda gravar tanto a versão do disco em vinil quanto em CD (que é diferente e saiu no ano seguinte). Muitos vocais foram gravados no corredor e no banheiro do apartamento do Vicente. Portanto este é um disco que tem menos a característica mór da banda de criar faixas em estúdio, à partir de jam sessions e muito improviso. Algumas faixas foram desenvolvidas em estúdios de gravação - o lado B do disco, mais "de banda" e orgânico -  mas as faixas mais eletrônicas foram feitas no computador from scratch. Mas, claro, em se tratando de DeFalla, mesmo assim, muita coisa também rolou na hora, ao acaso”(Edu K)

“Tínhamos a maioria das músicas e as algumas bases prontas, foi um disco muito bem pensado e trabalhado, já tínhamos uma boa bagagem de tempo de estúdio de estrada naquela época, além de material inédito. Algumas faixas não foram gravada até hoje. As faixas tiveram participação de todos e nos envolvemos o máximo possível com as condições técnicas da época, eram precárias, os computadores eram pré-históricos e trabalhávamos no quarto do produtor em Porto Alegre, o Vicente Rubino, que trabalhou na parte eletrônica do “kingzo..” Quando entramos no JG Estúdio, em Belo Horizonte, muita coisa surgiu e incorporamos ao disco, foi bastante trabalhoso e nos dedicamos muito, coisa rara para o DeFalla (risos)”(Castor Daudt)




Revista Bizz


“Um amigo em comum me disse que o DeFalla precisaria de uma produção com samplers para uma "vinhetinha" a sair em um novo disco e perguntou se eu topava. Disse que sim, e o Edu K me ligou para vir em meu estúdio que era no meu apartamento. Avisei o Porteiro que um "ET" iria me visitar e fiquei esperando. Foi um verdadeiro "casamento musical". Eu conseguia passar para as máquinas e computadores as ideias que o Edu tinha dentro de sua cabeça e resolvemos ir além da vinheta e começamos a produzir as bases eletrônicas de várias músicas. Foram meses de trabalho e todas as noites o Edu vinha para meu estúdio” (Vicente Rubino, produtor)
           



“O Edu K tinha uma visão muito clara do que ele pretendia nas musicas. Os recursos tecnológicos foram muito importantes, pois nos permitiram uma grande inovação nas possibilidades. Haviam várias sessões só de pesquisa sonora para obter os samplers. Por exemplo: para escolher as vozes de orgasmo em “Slaugtherhouse” tivemos que assistir mais de 10 fitas pornô”. Eu produzi a parte eletrônica, mas têm várias musicas só com guitarra baixo e batera, como “Money Mine” e aquelas mais pesadas. Essas foram gravadas nos estúdios da Cogumelo. A minha parte consistia em pesquisa sonora dos samplers e programação dos sintetizadores, e depois um meticuloso trabalho de sequenciamento MIDI das músicas. A bateria do “Satisfaction” é totalmente sequenciada e até hoje eu me surpreendo com a qualidade da execução, timbres e programação. Depois nós gravamos as bases em um gravador digital de 8 canais, o ADAT, um grande marco na gravação digital mundial; fomos talvez a primeira banda a usar o ADAT aqui no Brasil. Guitarras foram gravadas em vários estúdios, levando só o ADAT, já que não se podia fazer tanto barulho no meu apartamento.
O equipamento usado foi de ponta para a época. Usamos o melhor sequencer, o Notator Logic, um dos samplers mais poderosos que era o Roland S-770, vários módulos sintetizadores e baterias eletrônicas. A parte de efeitos também foi muito bem trabalhada, e ousamos bastante nessa área. Por isso a sonoridade do disco é tão boa. E no final, gravamos em multicanal digital, ou seja, a qualidade foi preservada em todos estágios da produção.
“Em “Cullo Fuck (in full effect)” temos a bateria indefectível de “Óculos”, do Paralamas do Sucesso, e uma cítara de George Harrison. Em “Bitch” temos um loop do Olodum em Central Park, do disco de Paul Simon em cima da programação de bateria R-8M da Roland. E um pianinho...
“Satisfaction” tem os samplers originais dos Rolling Stones. Temos samples também de Janis Joplin e Jimi Hendrix. Esse disco não poderia ser lançado agora, pois os royaltes dos samplers inviabilizariam a produção, mas naquele tempo as pessoas não davam muita bola para isso. Se fosse lançado nos EUA seriamos presos, certamente...
        E em “The end” temos o vocal clássico de Jim Morrison, do Doors, e uma barulheira infernal obtida deixando cair panelas no piso de mármore da minha sala. Tenho várias tracks que não entraram no disco e talvez vamos lançar um disco ainda com esse material. Uma das musicas o Edu cantou pelo telefone e eu gravei do outro lado e o resultado ficou muito bom...” (Vicente Rubino, produtor)                 



              “Kingzobullshitbackinfulleffect'92” teve seus méritos reconhecidos assim que fora lançado, na revista Bizz (edição maio de 1993) uma foto o Edu K dividia uma capa com mais três nomes que surgiam com trabalhos relevantes na época (os outros eram Samuel Rosa-Skank, Cherry – Okotô e Carlinhos Brown), estas bandas receberam a alcunha de MPopB, um rótulo de buscava englobar e sintetizar um grande número de bandas numa proposta: "mistura todas as suas influências e não sinta vergonha se dentre estas houver um forte elemento característico brasileiro", foi assim que chegou ao disco o manguebit de mundo livre s.a e Chico Science e Nação Zumbi e o “forrócore” do Raimundos, por exemplo. 
                 “O “Kingzo...” foi cartilha pra muita gente. A mistureba sônica era, e ainda é, inédita: nunca uma banda mesclou tantos gêneros díspares como o DeFalla fez ao longo da carreira, mas em especial nesse disco. Acho que o “Kingzo...” é um marco desse momento onde o pop assumiu de vez sua antropofagia. Antes disso era ‘feio’ ser metaleiro e curtir rap, amar ACDC e Duran Duran ao mesmo tempo, curtir jazz e doom metal.... Essa coisa toda tem muita influência da nossa vida em Porto Alegre, da Oswaldo Aranha, rua onde punks, patricinhas, roqueiros e coxinhas conviviam numa boa, trocando fluídos e influenciando gostos musicais mútuos. Mas, a pegada rap e dancehall do disco influenciou muita gente. O “We Give a Shit” e o “Screw You” eram discos mais de nicho, bem menos abrangentes: no primeiro o DeFalla brincou de ser crossover (outro pioneirismo) e no segundo a onda era o Sunset Strip do final dos anos 80 e o famigerado renascimento do hard rock. O "Kingzo..." foi o disco onde a banda reuniu todas suas influências gerando a maior esculhambação sonora do rock brazuca desde os Mutantes!” (Edu K)

             
               “Escuto um pouco do “Kingzo...” em muita coisa que surgiu desde então, até hoje... Só não é meu disco preferido por que tenho um amor especial pelos dois primeiros do DeFalla, nos quais participei mais das composições. Embora o “Kingzo...” seja um trabalho em conjunto, o Edu K levou a direção das bases eletrônicas, que era uma coisa dele. Não sou o maior fã de bases e baterias eletrônicas, embora veja que usadas com adequação e inteligência se transformam em ferramentas maravilhosas. “Prefiro a magia que acontece quando reunimos a banda num estúdio, nem sempre isso é possível, mas para mim, é sempre mágico. E se der para reunir esta “magia humana” sintonizada com bases eletrônicas interessantes e bem produzidas, aí teremos um disco único e fantástico como no querido “Kingzobullshitbackinfulleffect’92”!” (Castor Daudt)


                A regravação do “hit” “It’s borin fuckin’ to death” foi o único videoclipe realizado neste disco que também deixou um “hit” underground “Caminha (Q aqui é de Osasco)”. O DeFalla fez muitos shows com este álbum e participou do memorável Hollywood Rock de 1993. A formação da banda nesta época mantinha os membros originais Edu K, Castor Daudt e Flu, mais 4nazzo na guitarra. O projeto gráfico do disco é bastante interessante, uma capa lisérgica com as faces dos quatro rapazes, colagens de fotos no encarte e todas as letras e ficha técnica escritas sem espaços entre as palavras, o que torna um tanto difícil o acompanhamento junto com o disco.


Revista Dynamite

“Foi um disco bastante trabalhado, pois, juntava eletrônica com música orgânica, além do fato de a versão das músicas eletrônicas do CD serem completamente diferentes das lançadas no vinil, mais um ineditismo ímpar: alguém aí sabe de alguma outra banda que lançou versões diferentes do mesmo disco em vinil e CD, assim na cara dura? Hahaha! E, no quesito shows, o DeFalla sempre foi agraciado com os mais memoráveis e mais bizarros. Como o estúdio da Cogumelo, o JG, era em Belo Horizonte,ficamos um mês na cidade para as gravações. E nesta época fizemos alguns shows na cidade e dois deles entraram para a história da banda: um deles, numa pizzaria (!!!) com a galera comendo sentada à mesas, com a banda amontoada num palquinho de 2X2 e todas as luzes da casa acesa e outro onde, na saída do show a banda foi cercada por um bando de punks querendo nosso couro porque no dia eu tinha dado um entrevista para a TV dizendo que o DeFalla era uma banda hardcore e os caras vieram tirar as caras! Eu tive que sair girando a guitarra para todos os lados pra abrir caminho entre o mar de jaquetas de couro e moicanos enfurecidos (risos!) Entretanto, é claro que tocar no Hollywood Rock para 70 mil pessoas, estávamos lançando o “Kingzo..” em CD quase um ano após o lançamento do vinil, também foi inesquecível!” (Edu K)
  
Revista Bizz
           “Antes do lançamento do disco fazíamos alguns shows, retomando a estrada aos poucos e organizando a banda com a entrada do Marcelo, o 4nazzo, na guitarra. Mas, tínhamos vídeos na MTV e alguns shows bem filmados por amigos de produtoras de Porto Alegre, como o Beto Andrade, Alex Sernambi... Depois do lançamento do disco o show mais importante foi o do Hollywood Rock de 1993, um show no Morumbi, em São Paulo, e outro na Apoteose, no Rio de Janeiro. Abrimos para o Red Hot Chili Peppers, conhecemos os caras, e do Nirvana também, foi uma experiência marcante e inesquecível. Durante 1993 e 94 viajamos bastante pelo país, fizemos muitos shows marcantes e promovemos o disco. Fizemos uma tour como Evandro Mesquita, da Blitz, e foi muito divertido” (Castor Daudt)


          "O processo todo foi incrível e também o fato de, finalmente, eu ter conseguido produzir música eletrônica, fazem do “Kingzo...” um dos meus discos preferidos! Sinto orgulho desta influência admitida que tivemos na cena musical da época. Foi um disco catalisador de muita coisa que estava acontecendo naquele momento, por isso também sua importância e relevância até os dias de hoje” (Edu K) 

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19 comentários:

  1. sensacional, mano! tenho o vinil e o cd, e essa porra deu um nó no meu cérebro na época. parabéns pela postagem!

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    1. Coffee!
      Legal demais, não? Um disco fundamental e precursor de muita coisa, quando ouvi pela primeira vez a atração foi imediata.
      Abraços e obrigado pelo apoio!

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  2. simplesmente maravilhoso! valeu também pela quantidade enorme de textos relativos ao disco, todos merecem ler!

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    1. è Roberto, esta postagem deu um certo trampo, a pesquisa começou lá em 1992... hehehe... álbum fantástico. Obrigado pelo apoio! Abraços!

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  3. Um dos melhores discos nacionais de todos os tempos, vou compartilhar no face

    www.facebook.com/rockanos90

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  4. Valeu pelo download do audio do vinil. Nem eu tinha mais esse registro!!!

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    1. Rubino!
      Fui eu quem passou do LP para mp3, te digo que foi o álbum com maior dificuldades, encontrar com precisão onde termina uma e começa outra canção no Lp é bem mais difícil, tem um monte de vinheta! hehehehe Mas, tá aí....
      Abração e obrigado pelo apoio!

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  5. Esse disco é realmente sensacional. precursor de muita coisa que foi feita no brasil, em termos de mistura de sons e tal. Gosto muito desse e do Screw you também.

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    1. Richardjal!
      O "kingzo.." realmente é precursor de muita coisa, um álbum surpreendente de ouvir até os dias de hoje. O "Screw you" é mais pesado, mais metal mesmo, mas, a capa é docaralho! hehehehe

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  6. Um disco MUITO a frente do seu tempo. Nessa época não era "crime" cantar em inglês. Ouço esse álbum sempre e parece que nunca vai ficar chato ou desgastado. Não digo que é um dos melhores álbuns de rock do Brasil, mas sim do Planeta!!! Quem nunca ouviu DEVE fazê-lo o quanto antes. Em função da minha idade (na época tinha 13) não pude vê-los ao vivo nessa turnê, o que é uma pena.

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    1. Vieira! Faço tuas as minhas palavras, este disco é fantástico, realmente soa a frente do seu tempo e na minha modesta opinião, ainda não encontrou precedentes a sua altura. Vale ser ouvido sempre. Também não pude vê-los ao vivo na época (tinha 10 anos, mas, tive a oportunidade de ouvir com pouco atraso, e gravá-lo numa k7).
      Obrigado pela visita! Abraços!

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  7. Mestre, primeiramente obrigado, e peço mui encarecidamente pra reupar o link do vinil. Forte abraço

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  8. Pesquisando aqui para o documentário Time Will Burn, sobre esta cena underground dos 90, devemos lançar este ano ainda! Ótima fonte aqui, Edu K é um dos entrevistados do doc. Espero que curta quando sair!

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    1. Fala Otavio!
      Que legal que o blog pode servir como fonte; Claro que quero ver o doc, e estou para ajudar no que precisar. Abração!!!

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  9. Muito foda o blog com recortes da bizz e jornais e link funcionando, parabens

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  10. Que site sensacional, descobri ontem e já mandei pra um monte de gente! Vários cds/vinis que não tinha grana pra comprar na época rsrs
    Quero te pedir um favor? Você consegue disponibilizar novamente o Kingzo vinil? Eu tenho os dois, mas o cd tem uma outra mixagem de várias músicas, prefiro a do vinil.
    Parabéns pelo belo trabalho!

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    1. DJr!
      Obrigado pelas palavras de apoio!
      Vou providenciar o link correto em breve.
      abração!

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